Fale conosco

Nome *

Telefone

Empresa

E-mail *

Área *

Mensagem *

Repita o código de segurança ao lado *

captcha

Search
1
33.5
18.75
Atlanta, EUA

Sede (Corporativo):

GranAPI LLC
255 Lenox Rd, NE#750,
Atlanta, GA 30326, USA

 

Biorefinarias:

Unidade Thomaston
300 McIntosh Parkway
Thomaston, GA 30286, USA

Unidade Alpena
412 Ford Avenue
Alpena, MI 19707, USA

1
74.75
30.75
São Paulo, Brasil

Sede

GranBio Investimentos S.A.
Av. Brig. Faria Lima, 2277, 15º andar, Conjunto 1503, Jd. Paulistano,
São Paulo, SP, CEP 01452-000, São Paulo, SP
+55 11 2739-0500

1
65.75
32.375
Alagoas, Brasil

Planta Industrial

BioFlex Agroindustrial.
Faz. São João, s/n – Zona Rural
57.249-899 – São Miguel dos Campos – AL – Caixa postal 14

Estação Experimental

Biovertis Produção Agrícola Ltda.
Fazenda Andorinha, Rod. AL 220 s/n, KM 6,5,
São Miguel dos Campos, Zona Rural, AL, CEP 57180-000

Telefones

Sede

+55 11 2739.0500

 

18 de Abril de 2019

Agricultura hi-tech: tecnologias levam revolução digital ao campo

Por

robótica na agricultura

O campo brasileiro está passando por uma reinvenção, consequência da revolução digital pela qual as máquinas agrícolas estão passando. A chamada 'agricultura hi-tech' agora conta com um robô coletor de morangos e outro que aplica herbicida direta e exclusivamente em ervas daninhas, por exemplo. Tudo para mudar - para melhor - a vida e a produtividade dos fazendeiros.

Projetado pela fabricante belga de máquinas e equipamentos eletrônicos Octinion, o robô coletor de morangos conta com garras de silicone, para a colheita do fruto sem danificá-lo, e câmeras que identificam se o alimento está maduro ou não a partir da coloração e do tamanho. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) também trabalha em um projeto similar: o desenvolvimento de um software para reconhecer as culturas de milho e uva com o objetivo de auxiliar na hora da colheita.

O robô lançado pela suíça ecoRobotix para a aplicação de herbicida é movido a energia solar e conta com sensores que, ao identificarem invasores por meio de hastes semelhantes a patas de aranha, borrifam o veneno exatamente sobre a erva daninha. Além disso, os dados capturados são enviados para o smartphone do produtor.

A analista de sistemas Silvia Massruhá, chefe geral da Embrapa Informática Agropecuária, de Campinas (SP), afirma que essa é a 'terceira onda revolucionária da internet', momento em que os dados gerados para o desenvolvimento de uma operação são integrados, como sensores digitais, lentes ultra modernas, computação em nuvem e inteligência artificial.

Na agricultura, a tão conhecida internet das coisas (Internet of Things, ou IoT, na sigla em inglês) é o resultado da utilização de informações de satélites, drones, sensores de solo e máquinas agrícolas, por exemplo, para a projeção de um quadro cada vez mais acurado do resultado de uma colheita.

Para especialistas, a tecnologia criada com foco no campo tem como objetivo fundamental diminuir ao máximo a incerteza, principal obstáculo de operações agrícolas. O engenheiro agrônomo Daniel Padrão, CEO da Solinftec, afirma que as máquinas poderão aprender ao passo em que as tecnologias forem utilizadas para, em dado momento, tomarem as próprias decisões, como a hora certa de plantar e de colher. É da Solinftec a interface de inteligência artificial Alice, aposta da empresa na condução autônoma das máquinas e nas operações de campo.

Todos esses projetos e tecnologias pretendem proporcionar ao produtor mais tempo para focar em questões estratégicas, como decisões de preço e fechamento de contratos de compra e venda da sua produção.

Fonte: Dinheiro Rural
→ Os temas publicados neste blog são de curadoria do presidente e CEO da GranBio, Bernardo Gradin.