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29 de novembro de 2018

Agronegócio: forte aliado em energias renováveis

Por GranBio

biocombustível energia renovável

Os alimentos produzidos por meio da cadeia agrícola hoje utilizam cerca de 30% da demanda mundial por energia, aponta o Relatório Energy, Agriculture and Climate Change, da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Até 2050, quando, segundo a ONU, a população mundial será de 9,7 bilhões, precisaremos de 60% mais alimentos para sustentar a humanidade - o que também ampliará a demanda por energia.

O caminho para a solução, de acordo com a FAO, passa pela otimização do uso da energia e ampliação do acesso às fontes energéticas renováveis na agricultura. Isso inclui a adoção de sistemas agroalimentares para fabricação de alimentos e bebidas, com uso de bioenergia sustentável. É uma via de mão-dupla, que aumenta a produtividade, enquanto reduz a contribuição para os problemas climáticos.

Ao mesmo tempo, o sistema de transporte atual é baseado em combustíveis fósseis para operar, enquanto a agricultura é impactada pelas mudanças climáticas. Porém, as estratégias de combate ao aquecimento global passam justamente pelo fornecimento de fontes de energia renovável de biomassa e soluções para redução do consumo de combustíveis fósseis.

Agro no Brasil

Em 2017, o setor agropecuário brasileiro respondeu por 4% do consumo de energia no país, segundo dados do Balanço Energético Nacional, conduzido pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Uma demanda menor do que todos os outros grandes setores da economia - indústrias 33,3%, transportes 32,5%, setor energético 10%, residências 9,6% e serviços 4,8% - porém com impacto no orçamento do setor.

Por outro lado, a atividade agropecuária brasileira é a terceiro maior emissora global de GEE, ficando atrás somente do agro de gigantes populacionais como China e Índia. Nos últimos dez anos, as emissões brasileiras aumentaram cerca de 40% - ainda que o aumento da produção agrícola tenha chegado a cerca de 130% e a produção de carne bovina a 180%.

O impacto da transformação no clima pode ser drástico na agricultura, já que o aumento das temperaturas gera insegurança hídrica e afeta desenvolvimento das lavouras. Isso põe em risco a segurança alimentar da população brasileira e também pode prejudicar a balança de produtos destinados à exportação.

Solução renovável

Para mitigar os efeitos negativos do aquecimento global, uma das alternativas é a adoção do processo de biodigestão. Neste aspecto, o Brasil está saindo na frente, uma vez que a proporção da bioenergia, incluindo etanol de cana, na matriz energética brasileira já é de 30%. Nos países-membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), por exemplo, esse número é de apenas 5%.

A biomassa já faz parte da renovação da matriz energética brasileira, graças à experiência do setor sucroalcooleiro nacional. Isso se refere inclusive à possibilidade de aproveitamento do bagaço de cana. Ainda que uma grande parcela dos resíduos agropecuários continue sem o devido aproveitamento, o Brasil tem um horizonte pela frente para uso do biogás como fonte energética.

Acrescente-se a isso o clima brasileiro, que favorece largamente o processo de biodigestão, se comparado a territórios de temperaturas predominantemente mais baixas. Além de poder ser transformado em eletricidade, ao lado do etanol, o biogás tem potencial de ser utilizado como combustível verde - em ambos os casos, ocupando o lugar do diesel fóssil, que ainda é fonte energética prioritária no setor.

Fonte: Portal Terra
→ Os temas publicados neste blog são de curadoria do presidente e CEO da GranBio, Bernardo Gradin.