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21 de Março de 2018

América Latina terá verba da ONU para investimento em energia limpa

Por GranBio

Fundo Verde do Clima aprova verba para investimento em energia limpa

O Fundo Verde do Clima (CGF, na sigla em inglês) aprovou cerca de US$ 350 milhões para os projetos de energia limpa que irão beneficiar o meio ambiente.

 

Projetos em países latino-americanos que priorizam a utilização de energia limpa, e, consequentemente, impulsionam a eficiência energética, receberam quase US$ 350 milhões do Fundo Verde do Clima (GCF, na sigla em inglês). A iniciativa da Organização das Nações Unidas é de extrema importância e tem grande impacto na ampliação de energia limpa nesses países que precisam seguir o fluxo mundial, ampliando seus horizontes no quesito eficiência energética e economia de energia. Além disso, é também uma forma de proteção aos impactos das mudanças climáticas.

O Fundo Verde do Clima foi criado pela Convenção Marco das Nações Unidas para a Mudança Climática com o objetivo de apoiar países em desenvolvimento a enfrentarem mudanças climáticas globais. Segundo Bamsey, a entidade está comprometida a fortalecer projetos no Peru, México, Guatemala, Equador, El Salvador, Argentina, Chile, Brasil e Paraguai. A ideia é que os projetos financiados ajudem a impulsionar o mercado financeiro para elevar o nível da eficiência energética e incentivar o avanço da bioenergia. A energia solar e eólica são grandes exemplos de energia limpa que pode ser mais explorada nos países latino-americanos.

Além do valor liberado para o investimento financeiro que irá beneficiar o meio ambiente e ampliar os projetos de energia renovável, Bamsey ainda acredita que essa iniciativa das Nações Unidas ajuda a "alavancar mais de US$ 1 bilhão em co-financiamento de outros projetos".

Outro ponto que merece ser destacado na fala do diretor-executivo é o fato de que a junta comercial do Fundo Verde do Clima destinou recursos financeiros para investimento em energia limpa, mas sem precisar definir uma cifra fechada. Essa medida é interessante porque permite resiliência de casos vulneráveis no Paraguai, por exemplo, o que será feito através do incentivo às práticas sustentáveis de terra.

O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, acredita que esse Primeiro Diálogo Estrutural do Fundo Verde do Clima, GCF, é um importante indicador "da vontade da América Latina" de estabelecer defesas diante dos perigos que podem ser enfrentados com os efeitos das mudanças climáticas, principalmente porque é o local onde se encontram países com uma riqueza natural exuberante, lar de espécies de animais raras e ecossistemas.

O encontro Primeiro Diálogo Estrutural do Fundo Verde do Clima aconteceu no início de março em Bogotá com convite para 170 pessoas de 19 países.

Fonte: EBC Agência Brasil

 

Os temas publicados neste blog são de curadoria do presidente e CEO da GranBio, Bernardo Gradin.