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6 de setembro de 2018

Bioenergia é opção atraente para América Latina tornar matriz energética mais limpa

Por GranBio

Cana energia renovável

 

 

 

 

Pesquisadores de 31 países divulgaram resultado do estudo no relatório Bioenergia e Sustentabilidade: América Latina e África

 

Pesquisadores indicam que a bioenergia será uma das fontes de energia renovável para países da América Latina e da África tornarem suas matrizes energéticas mais limpas e mitigarem os impactos das mudanças climáticas globais. Todas as energias renováveis serão fundamentais para fornecer eletricidade e substituir combustíveis fósseis na matriz energética brasileira e de outros países da América Latina e da África.

A constatação foi publicada no relatório 'Bioenergia e Sustentabilidade: América Latina e África', divulgado durante o Workshop BIOEN-FAPESP RenovaBio: Ciência para a Sustentabilidade e Competitividade da Bioenergia, na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). O material foi elaborado por 154 pesquisadores de 31 países, membros do Comitê Científico para Problemas do Ambiente (Scope, na sigla em inglês), agência intergovernamental associada à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Segundo Glaucia Mendes Souza, professora do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (IB-USP) e membro da coordenação do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN), que participou da coordenação do trabalho, a bioenergia se destaca como uma opção especialmente interessante por fornecer combustíveis que se encaixam na infraestrutura atual, usando recursos próprios dos países dessas regiões.

A bioenergia se destaca das outras energias renováveis por poder ser armazenada para produzir energia contínua em vez de intermitente, facilitando o uso e a integração em redes elétricas não confiáveis. Ainda segundo o relatório, ela pode ser implantada em escala na América Latina e fornecer segurança energética no setor de transporte em um curto período de tempo.

Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP, afirma que não haverá uma única solução. Ele acredita que a bioenergia será parte da solução adotada pelo mundo na redução de emissões de gases de efeito estufa, combinada com muitas maneiras de gerar energia, adequadas a cada região.

A Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), estima que 35% dos veículos híbridos utilizarão biocombustíveis em 2075. Todos os cenários sobre o futuro da energia no mundo preveem o aumento do uso de biocombustíveis, especialmente em transporte. José Goldemberg, presidente da FAPESP, explica que existe uma ideia de que os veículos puramente elétricos serão a opção para reduzir as emissões de carbono. Mas esquecem de considerar que carros puramente elétricos terão que ser carregados, e a eletricidade para abastecê-los terá que ser produzida de alguma maneira.

Fonte: Exame.com
→ Os temas publicados neste blog são de curadoria do presidente e CEO da GranBio, Bernardo Gradin.