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10 de Maio de 2019

Botas inteligentes produzem eletricidade e funcionam como GPS

Por GranBio




Em duas horas de andança, os calçados alimentam uma conversa de 60 minutos no smartphone

Você deve conhecer alguém que pise firme, com passos enérgicos. Dê a essa pessoa um novo tipo de calçado e ela fará maravilhas energéticas com suas pegadas: trata-se das botas inteligentes projetadas pela SolePower, uma startup de Pittsburgh, Pensilvânia, EUA.

Elas produzem energia a partir das pisadas do usuário – em duas horas de andança, alimentam uma conversa de 60 minutos no smartphone.

E possuem mais outras tantas utilidades. Além de contar com dispositivos que transformam a energia cinética dos movimentos da caminhada em eletricidade, essas botas inteligentes são dotadas de sensores e dispositivos que as tornam muito úteis em indústrias, no exército e no corpo de bombeiros.

Elas podem, por exemplo, carregar um GPS que monitore a localização de um trabalhador na linha de produção. Em uma companhia de petróleo e gás, sua grande utilidade surge com a instalação de um detector de vazamentos, um aliado de muita importância para a segurança dos operários. Em regiões muito frias, o modelo pode ser dotado de medidores de temperatura que indiquem riscos de congelamento.


As botas inteligentes produzem eletricidade e têm sensores que desempenham várias funções. Crédito: Divulgação

O Exército americano já está no encalço da novidade. Afinal, ela é uma alternativa inteligente para reduzir o peso das baterias que os soldados geralmente transportam durante suas atividades.

As botas servem ainda para controlar, via sensores, as condições físicas e o nível de fadiga dos militares. Tais recursos são aplicáveis também no trabalho dos bombeiros.
A invenção da SolePower entrou com o pé direito no mercado e caminha a passos largos para multiplicar seu número de usuários, graças a um aporte de US$ 1 milhão (R$ 3.397.100), proveniente do próprio Exército e de outros investidores.

→ Os temas publicados neste blog são de curadoria do presidente e CEO da GranBio, Bernardo Gradin.