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4 de outubro de 2019

Energia renovável empregou 11 milhões de pessoas no mundo em 2018

Por GranBio

Ao divulgar informações sobre energia limpa, frequentemente o enfoque está na redução de emissões de carbono e na necessidade de cumprir metas climáticas por parte de empresas e governos no mundo todo – questões centrais para o desenvolvimento de energias renováveis. Mas há ainda outro fator importante e pouco divulgado sobre as cadeias de energia renovável: a geração de empregos e o desenvolvimento socioeconômico que a implementação destas fontes energéticas geram em diversos países.

De acordo com a  Agência Internacional de Energia Renovável  (IRENA), cerca de 11 milhões de pessoas no mundo trabalhavam nas cadeias de produção de energia renovável no final de 2018. A sexta edição do relatório “Energia Renovável e Empregos” também aponta que 39% dos postos de trabalho no setor estão na China.

Em 2017, o número de pessoas trabalhando no setor era de 10,3 milhões. No ano passado, foram criados 700 mil postos de trabalho na área. Os empregos no setor continuam concentrados em alguns países – China, União Europeia, Brasil e Índia são os primeiros na lista. No entanto, o relatório indica que 60% dos novos postos de trabalho criados estão na Ásia: Malásia, Tailândia e Vietnã foram responsáveis por uma parcela maior do crescimento em empregos nas cadeias de produção de energia renovável em 2018.

Energia solar fotovoltaica ainda é a maior empregadora do setor. Crédito: Divulgação

A energia solar fotovoltaica segue como a principal empregadora do setor: foram 3,6 milhões de postos de trabalho na Ásia em 2018, onde a produção de painéis solares tem crescido, apesar da queda de postos de trabalho em energia solar na China. Brasil e Índia também aumentaram os postos de trabalho no setor de energia solar fotovoltaica no ano passado, enquanto a União Europeia, Japão e Estados Unidos perderam postos.

 

Brasil segue como um dos principais empregadores globais nos setores de energia eólica e solar. Crédito: Divulgação

A energia eólica também surge no relatório como área em expansão na geração de empregos: 1,2 milhão de postos de trabalho no ano passado pertencem à indústria eólica. Segundo o documento da IRENA, os projetos em terra seguem liderando o número de empregos na área, mas o segmento offshore está ganhando força.

Os biocombustíveis empregaram 3,18 milhões de pessoas no mundo, principalmente no Brasil, na Colômbia e no sudeste asiático. O relatório mostra um aumento de 6% na geração de empregos na área de biocombustíveis. No Brasil, líder global de empregos nas cadeias de etanol e biodiesel, foram mais de 830 mil trabalhadores neste setor no ano passado.

Nos setores de geração de energia eólica e solar, o Brasil ainda se mantém como um dos principais empregadores globais: 34 mil pessoas trabalharam na cadeia de produção eólica e 15 mil trabalharam na cadeia de energia solar no País em 2018.

De acordo com o documento, além dos benefícios para o meio ambiente, a produção e energia limpa traz benefícios socioeconômicos para os países e, portanto, as oportunidades de empregos são considerações relevantes no planejamento econômico que envolve a implementação de energia renovável.

A IRENA é uma instituição intergovernamental global, criada com a finalidade de promover o uso de todas as formas de energia renovável em todo o planeta. A IRENA conta com 160 Membros - 159 Estados e a União Europeia - e 23 países ativamente engajados estão no processo de adesão à Organização.

 

Fonte: Agência epbr

→ Os temas publicados neste blog são de curadoria do presidente e CEO da GranBio, Bernardo Gradin.