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17 de setembro de 2018

Etanol de 2ª geração supera entraves técnicos e avança na competitividade comercial

Por GranBio

biocombustíveis celulósicos

 

 

 

 

Alta do petróleo e demanda pela pela redução GEE tornam biocombustíveis celulósicos cada vez mais atraentes

O etanol 2G passa a ser visto como futuro dos combustíveis verdes, à medida que sua competitividade comercial se torna mais vantajosa, afirmaram executivos do setor de biocombustíveis no seminário “Forum Brasil Bioeconomia 2018”, em São Paulo. No Brasil, a principal matéria-prima do etanol celulósico são o bagaço e a palha da cana.

Biocombustíveis de segunda geração, ou biocombustíveis celulósicos, podem ser produzidos a partir de diversos tipos de biomassa, o que vem responder ao debate crítico sobre o uso de plantas alimentícias para produzir combustível, ao mesmo tempo em que são capazes de reduzir acentuadamente a emissão de carbono pelos veículos.

Na medida em que os países signatários do acordo climático de Paris se preparam para cumprir suas metas de redução de emissão de Gases de Efeito Estufa, também avançam as regulamentações que favorecem os biocombustíveis, assim como programas que taxam combustíveis fósseis. Esses fatores estão criando um ambiente cada vez mais favorável para o desenvolvimento e superação dos problemas técnicos dos combustíveis verdes.

Com o custo de cerca de 70 dólares o barril de petróleo, os biocombustíveis se tornam cada vez mais atraentes. Além disso, países asiáticos, como a China e a Índia, que necessitam cortar drasticamente as emissões de carbono do setor de transporte, podem representar uma grande demanda por biocombustíveis celulósicos.

Um dos desafios tecnológicos para crescimento da produção de etanol celulósico é a obtenção das enzimas adequadas, já que a biomassa de cana-de-açúcar necessita de um novo tipo de fermentação para produzir o biocombustível. Em outros países, como os Estados Unidos, onde o etanol de segunda geração é feito a partir de restos de milho, a produção está muito perto de ser financeiramente viável.

Fonte: Exame.com
→ Os temas publicados neste blog são de curadoria do presidente e CEO da GranBio, Bernardo Gradin.