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12 de Abril de 2018

R$ 100 mil para uma inteligência artificial capaz de identificar fake news

Por GranBio

Microsoft e Gradin fazem aporte em robô para identificar fake news

Por meio do projeto "Cidadania Inteligente", o Catraca Livre, Bernardo Gradin e a Microsoft se uniram para ajudar a identificar notícias falsas que circulam na internet

 

Como combater as fake news? Esse tipo de conteúdo, que consiste em notícias falsas publicadas na internet, ganhou o epíteto estrangeiro nos últimos anos - mas é uma prática comum há décadas. Com sua circulação ampliada graças às redes sociais, as notícias falsas aparecem a cada dia mais - especialmente em países em ebulição política como o Brasil. Sua disseminação vai contra a conduta ética e cidadania, por gerar desinformação e muitas vezes medo em diversos setores. As notícias falsas e suas implicações na sociedade são questões urgentes.

Para ajudar a lutar contra este problema, o projeto Cidadania Inteligente, em parceria com o Instituto SEB de Educação, colocou na rua um desafio: uma ferramenta digital que ajudasse a combater esse conteúdo.

A tecnologia vencedora deste concurso foi a robô Fátima, iniciativa do site Aos Fatos. O site, que checa a veracidade das informações em diversas frentes na internet, recebeu R$100 mil e apoio do time de inteligência artificial da Microsoft para desenvolver o robô. Fátima ganhou seu nome a partir de “FactMa”, uma abreviação de “FactMachine” (máquina dos fatos).

 

Como a inteligência artificial do robô Fátima é capaz de identificar fake news

 

 

Cada perfil do Twitter que compartilhar notícias falsas que circulam na internet será encontrado pela inteligência artificial. A partir disso, o usuário receberá um link do perfil @fatimabot com a checagem de fatos ligada a aquele tipo de fake news.

Este tipo de abordagem se chama "checagem de guerrilha": é uma apropriação da lógica de disseminação de desinformação nas redes para distribuir jornalismo de qualidade e com fontes reais. Desta maneira, todas as pessoas que se envolverem na viralização de notícias falsas acabarão tendo também contato com a respectiva checagem daquele fato.

Com a premiação, a expectativa é a de que Fátima comece a operar a partir do final de abril no Twitter. "Este processo vai ser automatizado pela nossa equipe e espero que tenha efeito e relevância durante o nosso processo eleitoral, que vai ser repleto de fake news", afirma Tai Nalon, fundadora do Aos Fatos.

 

Fonte: Catraca Livre 1 e 2

 

 

→ Os temas publicados neste blog são de curadoria do presidente e CEO da GranBio, Bernardo Gradin.