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25 de setembro de 2018

Lei na Califórnia pretende zerar carbono na energia elétrica até 2045

Por GranBio

energia eólica e solar são renováveis

 

 

 

 

Lei mais ambiciosa da história dos EUA coloca o estado na dianteira na política climática

A Califórnia está prestes a implementar lei que prevê a emissão zero de carbono na eletricidade até 2045. O projeto, elaborado pelo senador Kevin de León, aguarda assinatura do governador Jerry Brown e colocará o estado americano numa posição de dianteira na política de clima.

A lei para o clima mais ambiciosa da história dos EUA propõe que toda a eletricidade em terras californianas saia de fontes limpas de geração, com emissão de carbono zero. Ela indica ainda uma meta intermediária: até 2030, 60% da energia do estado deve sair de fontes limpas.

Analistas acreditam que o projeto será sancionado pelo governador democrata, e isso aumentaria a divisão política entre a Califórnia e o governo federal - em 2017, a administração Trump retirou os Estados Unidos do Acordo de Paris. Os EUA é o segundo maior produtor mundial de gás de efeito estufa e o Acordo, assinado em 2015, prevê que os países devem trabalhar para a redução das emissões de gases do efeito estufa, para que o aquecimento fique muito abaixo de 2ºC, estabelecendo o limite de 1,5ºC em relação aos níveis pré-industriais. A justificativa de Trump para não fazer mais parte do Acordo foi o prejuízo à economia do país.

A proposta é que a nova política californiana de clima mostre que é possível adotar uma meta climática audaz sem afetar o crescimento econômico. Indo além, o objetivo é mostrar que, ao ancorar sua política de emissões na lei, o estado cresça ainda mais.

O PIB da Califórnia é de US$ 2,7 trilhão. Se fosse um país, o estado seria a quinta maior economia do mundo, ficando atrás apenas de EUA, China, Japão e Alemanha). A decisão de apostar em uma política de clima ambiciosa pode desmistificar o argumento de que uma grande economia não pode fazer uma transição energética rápido o suficiente para se alinhar à meta de impedir que o planeta aqueça mais de 2°C.

Atualmente, a Califórnia tem 30% de sua matriz elétrica consolidada em fontes renováveis, como solar e eólica. Outros 25% da energia saem de fontes de emissão baixa, mas que implicam problemas ambientais, como usinas nucleares e hidrelétricas.

O senador Kevin de León acredita que, sancionado, o projeto impactará positivamente na formação de um futuro brilhante para a próxima geração e colocará a Califórnia como líder do país rumo à energia renovável.

Fonte: Observatório do Clima
→ Os temas publicados neste blog são de curadoria do presidente e CEO da GranBio, Bernardo Gradin.