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30 de Maio de 2018

Metas do RenovaBio de redução de carbono chegam a 10,1%

Por GranBio

Meta de redução de carbono estimula crescimento do etanol

O resultado, que foi maior do que os 7% esperados pelo mercado, representa um importante auxílio no impulsionamento das indústrias de biodiesel e etanol.

 

No começo de maio, o Ministério das Minas e Energia abriu a consulta pública para as metas do RenovaBio, nossa Política Nacional de Biocombustíveis - importantíssimas para as indústrias de combustível renovável, como o biodiesel e o etanol. Uma descoberta importante que ocorreu nesse processo foi a de que a meta do RenovaBio na redução de carbono seria maior do que a esperada: no lugar dos 7% esperados pelo mercado, a meta do RenovaBio tem um percentual ainda mais significativo, chegando a 10,1%. Isso é muito importante para o biodiesel e para o etanol, visto que essas metas ajudarão a impulsionar suas respectivas indústrias.

Este valor é o reflexo de uma alteração no percentual de uso do biodiesel dentro do diesel comum. O Ministério de Minas e Energia considerava que o Brasil chegaria a B10 em 2028 - o que significaria uma quantidade de 10% de biodiesel no diesel. No novo documento, a conclusão é a de que o Brasil, na realidade, atingirá B15 (15% de biodiesel no diesel) em 2025.

Além de obviamente vantajoso para os produtores de biodiesel, o novo acordo tem benefícios que se estendem por toda a indústria, e um grande estímulo aos produtores de etanol.

A meta de redução de emissões será traduzida por CBios - que equivalem a uma tonelada de carbono cada. Os CBios são os Créditos de Descarbonização que poderão ser emitidos. A ideia do projeto é que esses créditos sejam criados de acordo com os combustíveis comercializados, provocando assim um aumento na demanda desse tipo de energia renovável, já que as distribuidoras serão obrigadas a comprar CBios, mas para que eles sejam gerados, antes precisam adquirir biocombustíveis.

Como as distribuidoras terão a obrigação de comprar CBios para atingir suas metas de emissão de gases do efeito estufa, elas também terão que antes, comprar os biocombustíveis para que esses CBios sejam gerados. Dessa maneira, a demanda de biocombustíveis no geral aumenta.

Não existe espaço para que todos os biocombustíveis cresçam: o etanol anidro tem seu crescimento limitado à quantidade de gasolina vendida, e o biodiesel ao percentual de mistura definido por lei.

Já o etanol hidratado possui livre comércio e obtém melhor desempenho de vendas quando a gasolina está em alta. Com o RenovaBio, a intenção é justamente a de que as distribuidoras coloquem embutidos os custos de aquisição dos CBios no preço da gasolina - assim, vendendo mais etanol e gerando mais CBios.

Fonte: Nova Cana

 

→ Os temas publicados neste blog são de curadoria do presidente e CEO da GranBio, Bernardo Gradin.