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1 de novembro de 2019

Passageiros podem comprar biocombustível de Companhia Aérea para tornar voos menos poluentes

Por GranBio

A aviação é considerada uma das atividades de maior impacto ambiental, responsável por 2% das emissões de gases de efeito estufa na atmosfera - outras emissões de suas operações também têm efeitos no aquecimento global, como as trilhas de condensação e alterações das nuvens do tipo cirro. 

Entretanto, a  quantidade de CO2 emitida pelos aviões é um grande desafio do setor para diminuir a sua pegada ecológica: como se adequar às estratégias de sustentabilidade, reduzindo o impacto ambiental de seus negócios? A Scandinavian Airlines (SAS) chegou a uma solução que pode ser a resposta para uma aviação sustentável – a opção do biocombustível para suas operações.

A Companhia Aérea do norte da Europa agora oferece aos passageiros a opção de pagar um pouco a mais para viajar com biocombustível. De acordo com a empresa, a iniciativa pode ajudar a reduzir em até 80% as emissões de CO2 em comparação com os combustíveis fósseis usados na aviação convencional.

A Scandinavian Airlines (SAS) chegou a uma solução que pode ser a resposta para uma aviação sustentável – a opção do biocombustível para suas operações. Crédito: Divulgação

Por cerca de dez dólares, o passageiro pode comprar uma quantidade de combustível suficiente para 20 minutos de voo durante a reserva das passagens ou pelo site da empresa, antes do embarque - um voo de 60 minutos custaria cerca 30 dólares. A SAS não utiliza o biocombustível em todos os voos, mas o usará para substituir o combustível fóssil nas operações da Companhia.

Para reduzir ainda mais a sua pegada de carbono, a SAS usará em suas operações biocombustível produzido para os aeroportos. A produção do biocombustível será feita a partir de fontes que não afetarão “a disponibilidade de culturas usadas na produção de alimentos, acesso a água potável, biodiversidade e que utilizem a menor área possível de terra”, de acordo com a empresa. Todas as aeronaves da companhia são capazes de voar com 50% de biocombustível e 50% de combustíveis fósseis.

A Delta Air Lines também está buscando alternativas para reduzir o impacto ambiental de seus voos: a empresa investiu 2 milhões de dólares em uma parceria com a Northwest Advanced Biocombustíveis para a realização de estudos sobre a viabilidade de uma instalação para produzir biocombustível.

Recentemente, a expressão “flygskam” – em sueco, “vergonha de voar” – ganhou força como um movimento pela redução de voos na Europa. Os adeptos do flygskam defendem as viagens de trem pelo continente para reduzir o impacto ambiental, entre outras medidas em substituição às viagens de avião. O fenômeno “flygskam” causou preocupação nas Companhias Aéreas do continente, cada vez mais pressionadas para encontrar soluções que reduzam a pegada ambiental.

Em 2016, a Organização Internacional de Aviação Civil (Icao) das Nações Unidas lançou um acordo com o objetivo de tornar a aviação um setor mais sustentável. No entanto, o acordo não trouxe medidas para substituir os combustíveis fósseis ou reduzir as emissões de gases do efeito estufa. Iniciativas como a da SAS e Delta Air Line podem indicar um caminho para uma aviação mais verde.

Fonte: Época Negócios

 

→ Os temas publicados neste blog são de curadoria do presidente e CEO da GranBio, Bernardo Gradin.