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20 de Janeiro de 2020

Pesquisadores americanos usam a noite para produzir energia renovável

Por GranBio

Cientistas americanos descobriram como alimentar uma lâmpada usando os princípios do resfriamento radiativo noturno, fenômeno responsável pela geada e pela formação das gotas de orvalho durante a noite. O resfriamento radiativo noturno acontece em todo o planeta – faz parte do balanço de radiação global da Terra.

O experimento de conversão do resfriamento radiativo noturno em eletricidade usou um dispositivo termoelétrico capaz de gerar energia suficiente para alimentar uma lâmpada LED. A tecnologia funciona de forma semelhante aos painéis solares – e  pode ser uma contrapartida noturna ao uso da energia solar. Neste artigo da revista Joule os cientistas descrevem a experiência e explicam como ela pode ajudar a democratizar o acesso à energia elétrica limpa em todo o mundo.

 


Usar a noite como fonte energética pode levar energia renovável  a regiões sem acesso à rede elétrica. Créditos: Divulgação

A descoberta pode ser adaptada a uma tecnologia barata e fácil de implementar, o que permitiria levar eletricidade para toda a população mundial. Segundo a Agência Internacional de Energia, mais de 1 milhão de pessoas no mundo não tem acesso confiável à eletricidade.

No futuro, esse processo poderá ser aplicado de forma complementar à captação de energia solar, o que representará a produção de eletricidade limpa dia e noite. O acesso à energia não poluente em áreas remotas e sem infraestrutura ainda é um desafio global: em 2018, um relatório lançado pela IRENA (Agência Internacional para as Energias Renováveis) em um esforço coletivo com o Banco Mundial, a Organização Mundial da Saúde (OMS) e outras instituições apontou que 13% da população mundial vivia sem eletricidade. De acordo com o estudo, a África era o continente com o maior número de pessoas sem acesso à luz elétrica, sobretudo nas áreas rurais.

O acesso à energia limpa é o objetivo número 7 da lista “17 Objetivos para Transformar Nosso Mundo”. A agenda proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU) desde 2015 estabelece metas globais para serem alcançadas até 2030, entre as quais o acesso universal, confiável, moderno e economicamente viável a serviços de energia e o aumento da participação de energias renováveis na matriz energética global.

Fonte: Revista Planeta

Com colaboração de Julia Nofoente, aluna do último ano do Bacharelado em  Meteorologia da Universidade de São Paulo.