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18 de Maio de 2018

Poluição atmosférica é responsável por mortes prematuras

Por GranBio

OMS conclui que poluição do ar causa mortes prematuras

Segundo levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), substâncias tóxicas provenientes da poluição atmosférica e combustíveis fósseis provocam mortes prematuras por doenças cardiovasculares.

 

Você já pensou que o ar que respira também pode ser considerado um veneno? Por conta da poluição atmosférica e do uso de combustíveis fósseis, para 91% da população, o elemento oferece riscos para a capacidade vital. Esse é o resultado que traz um relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O dado diz respeito aos habitantes expostos às partículas poluentes e substâncias tóxicas tanto em ambiente doméstico, quanto externo. A informação é preocupante, afinal a poluição atmosférica é responsável por 7 milhões de mortes prematuras por ano. Mais da metade delas por doenças cardiovasculares, como infarto e derrame.

O levantamento tem como base dados mensurados de material particulado (MP) ou, mais especificamente, aquilo que se refere a resíduos da queima de combustíveis fósseis suspensos na atmosfera. O Brasil está entre as nações que tiveram a sujeira do ar e substâncias tóxicas em avaliação.

Além da questão de saúde, os dados do relatório da OMS ainda apontam um outro problema: a desigualdade socioeconômica. Isso porque a maioria dos óbitos associados com a poluição do ar, atmosfera com resíduos de sujeira, etc estão relacionados também aos países considerados mais pobres e em desenvolvimento.

Para tentar entender um pouco melhor a gravidade dos dados mensurados, o maior banco de dados mundial sobre poluição atmosférica tem registros de concentrações anuais de MP 10 e MP 2,5. Este segundo número, é o que representa os maiores riscos à saúde, já que dizem respeito aos sulfatos, nitratos e carbono preto. Essa variação entre os países é gigantesca. Um exemplo: em Ludhiana, na Índia, as medições mostram 228 micropartículas por mp³ de MP 10, sendo que os valores aceitáveis pela OMS são de 20 micropartículas por m³.

No Brasil, a situação também não teve um resultado positivo. De acordo com informações levantadas há 4 anos, no Distrito Federal a população estaria exposta a 118 micropartículas por m³ de MP 10 e 54 de MP 2,5. Números que contribuem, então, para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares, como infarto e derrame, que provocam o alto número de mortes prematuras.

Os países mais ricos, embora apresentem uma melhor qualidade do ar, seus habitantes não escapam das mortes prematuras associadas à poluição atmosférica. Em cidades da Europa, por exemplo, "a expectativa de vida pode ser reduzida entre dois e 24 meses", conforme aponta o relatório da Organização Mundial da Saúde.

 

Fonte: Correio Braziliense

 

→ Os temas publicados neste blog são de curadoria do presidente e CEO da GranBio, Bernardo Gradin.