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13 de novembro de 2018

Projeto estuda desafios e viabilidade do uso da biomassa na produção de biocombustíveis

Por GranBio

Uso de biomassa lignocelulósica para produção de biocombustíveis

O Brasil é um dos países que mais usam fontes energéticas renováveis e não depende tanto do petróleo para abastecer seus veículos. Isso é resultado do uso de biocombustíveis, especialmente o etanol. Outro tipo de etanol também tem potencial imenso: o etanol celulósico, ou etanol de segunda geração, que é obtido do bagaço e da palha da cana.

O Relatório Brundtland, publicado em 1987 pela Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, afirma que desenvolvimento sustentável é “o desenvolvimento que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”. O documento também sugere uma série de medidas que os países devem tomar para promover o desenvolvimento sustentável, como o investimento em tecnologias com uso de fontes energéticas renováveis.

Para o professor titular no Departamento de Engenharia Química da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Roberto de Campos Giordano, a economia sustentável dependerá de uma multiplicidade de fontes de energia, e a biomassa irá desempenhar um papel importante. Ele também ressalta que as biorrefinarias terão de produzir moléculas e monômeros [que se combinam na formação de polímeros] para substituir os derivados do petróleo, mas também abre uma discussão: como fazer essa transição na economia real?

Giordano coordena o Projeto Temático “Da fábrica celular à biorrefinaria integrada Biodiesel-Bioetanol: uma abordagem sistêmica aplicada a problemas complexos em micro e macroescalas", que integra o Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN). O trabalho aborda o desenvolvimento de bioprocessos avançados e o desenvolvimento de ferramentas computacionais que “apoiem a análise de viabilidade tecno-econômica-ambiental desde o início da pesquisa de processos produtivos com baixo impacto de carbono”.

O professor explica que o projeto pretende enfrentar desafios tecnológicos colocados por uma nova concepção de biorrefinaria integrada, aproveitando sinergias entre os processos de produção do bioetanol de primeira e segunda gerações, a partir da cana-de-açúcar, e biodiesel, a partir de óleos vegetais e, também, de fonte microbiana. O projeto reúne pesquisadores com larga experiência na área, de várias instituições do Estado de São Paulo, em várias linhas de pesquisa.

Fonte: Rede Notícia
→ Os temas publicados neste blog são de curadoria do presidente e CEO da GranBio, Bernardo Gradin.