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18 de setembro de 2019

Relatório da ONU aponta que Bioenergia pode ajudar a conter mudanças climáticas

Por GranBio

A bioenergia pode auxiliar a reduzir as mudanças climáticas no Planeta – esta foi a conclusão do mais recente relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), lançado no dia 8 de agosto de 2019 com o tema “Mudanças climáticas e o uso da terra”. A utilização da bioenergia em substituição à queima de carvão, petróleo e gás natural reduz a emissão de gases de efeito estufa para a atmosfera, o que pode ajudar a limitar o aquecimento global a 1,5 ºC até menos de 2 ºC nas próximas décadas.


Segundo o documento da ONU, utilização da bioenergia pode limitar e até reduzir o aquecimento global em dez anos se combinada com outras medidas de preservação ambiental.
Crédito: Divulgação

Entretanto, o documento ressalva que o aumento generalizado e desordenado da produção de bioenergia pode resultar em uma expansão de áreas de cultivo de fontes energéticas em detrimento do cultivo de alimento, bem como aumentar o uso de água para irrigação.  Para limitar o aquecimento global a 1,5 ºC até 2050, seria necessário usar até 7 milhões de quilômetros quadrados para a produção de culturas energéticas. A área de cultivo necessária em um cenário de aquecimento de 2 ºC seria menor, limitada a 5 milhões de km².

Níveis maiores de conversão da terra para produção de bioenergia poderiam causar impacto ambiental: afetariam a disponibilidade de água e de alimentos, comprometeriam a biodiversidade e causariam o aumento da degradação do solo e desertificação, indica o relatório.

De acordo com o documento, o benefício do uso de bioenergia para conter o aquecimento global de forma equilibrada deve acompanhar outras medidas: a redução do desmatamento de florestas tropicais e o replantio de vegetação nativa - ações necessárias para sequestrar e retirar CO2 da atmosfera.

O relatório da ONU também indica uma aproximação entre cientistas e representantes dos governos na questão, em virtude da possibilidade de investir em bioenergia e, ao mesmo tempo, manter a qualidade do solo e a agricultura para alimentação. Pesquisadores de todo o mundo que tem estudado a questão do cultivo de fontes de bioenergia defendem ser possível expandir a sua utilização sem degradar o solo e sem comprometer a segurança alimentar ou gastar os recursos hídricos.

O relatório também aponta que integrar o cultivo de fontes de bioenergia em paisagens agrícolas geridas de forma sustentável e limitar a produção de culturas energéticas em terras marginais ou abandonadas teriam efeitos insignificantes sobre a biodiversidade e a segurança alimentar  - e ainda poderiam diminuir a degradação da terra.

Fonte: Exame

 

→ Os temas publicados neste blog são de curadoria do presidente e CEO da GranBio, Bernardo Gradin.