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31 de Janeiro de 2019

Rocky Mountain Institute lista os dez principais desenvolvimentos de energia limpa de 2018

Por GranBio

 

O ano de 2018 mostrou que a energia limpa está se tornando uma regra. Mesmo com o governo dos Estados Unidos não agindo muito nessa questão, o mundo está avançando para ter uma energia limpa. Da Índia ao Caribe passando por negócios e cidades nos EUA, 2018 foi um grande ano para a eficiência energética, os veículos elétricos, as energias solar e eólica, e muito mais. A seguir uma lista dos dez principais desenvolvimentos de energia limpa do ano, organizada pela Rocky Mountain Institute (RMI), organização dedicada à pesquisa, publicação, consultoria e palestras no campo geral da sustentabilidade:

1) Eletricidade livre de carbono virou moda
A Xcel Energy se comprometeu a fornecer eletricidade sem carbono aos seus 3,6 milhões de clientes até 2050. Esta é a primeira grande empresa norte-americana que se compromete completamente a ser livre de carbono, mas não é a única. A Companhia de Serviços Públicos do Norte de Indiana, a Autoridade de Energia do Rio Platte, no Colorado, e o Plano de Energia do Consumidor, de Michigan, planejam eliminar o carvão até 2028, 2030 e 2040, respectivamente. E a Califórnia, a quinta maior economia do mundo, tem como objetivo ter 100% de eletricidade renovável até 2045.

2) Cidades comprometem-se com edifícios de carbono Net-Zero 
Prefeitos de 22 cidades em todo o mundo se comprometeram a ter todos os seus edifícios com carbono líquido zero até 2050 (o mesmo vale para os novos edifícios até 2030). E mais de 100 cidades ao redor do mundo agora recebem mais de 70% da eletricidade proveniente de fontes renováveis. A RMI está ajudando as cidades a atingir suas metas através de códigos (prontos) de energia net-zero, padrões de eficiência para aluguéis, implementação de energia limpa avaliada por propriedade residencial (PACE, na sigla em inglês) e dados de energia doméstica.

3) Edifícios integrados à rede salvam o dia
Como os Estados Unidos enfrentaram seu quarto verão mais quente da história, mais de 200 prédios se engajaram em ações de resposta à demanda por meio de software de gerenciamento de energia em tempo real. Esses prédios integrados à rede, além de interromperem o uso da eletricidade em momentos críticos, evitando apagões, também proporcionam economia real para seus proprietários.

4) Nós aprendemos que podemos até diminuir os 'setores difíceis de abater'
O Comitê de Transições de Energia divulgou o relatório 'Missão Possível: Alcançar emissões líquidas zero de carbono de setores mais difíceis em meados do século' em que determina que alguns dos setores mais poluentes e difíceis de abater, como cimento, aço, plásticos, transporte por caminhão, transporte marítimo e aviação, podem atingir emissões de carbono net-zero até 2050.

5) Ilhas estão levando a sério a resiliência energética
Utilitários, governos e comunidades de ilhas estão estudando a melhor maneira de incorporar a resiliência aos esforços de recuperação de curto prazo e ao planejamento de longo prazo no setor de energia. Por exemplo, empresas de serviços públicos das ilhas caribenhas estão tomando providências para seus primeiros projetos de armazenamento de energia em grande escala e Porto Rico está se dedicando a microrredes inovadoras por meio de regulamentos inédito (com a legislação do Havaí pedindo para que sua própria comissão de serviços públicos observe Porto Rico para informar suas tarifas de microrredes).

6) Mais empresas de petróleo e gás se comprometem a reduzir as emissões de metano
No final de 2017, um grupo de oito empresas internacionais de petróleo e gás -(BP, Eni, ExxonMobil, Repsol, Shell, Statoil, Total e Wintershall) assinaram um conjunto de princípios orientadores destinados à redução de emissões de metano da indústria de petróleo e gás. Em 2018, o interesse cresceu e a russa Gazprom - detentora das maiores reservas de gás natural do mundo - e a Qatar Petroleum - que perfura o maior reservatório de gás não associado do mundo - também assinaram o compromisso.

7) Número de compra corporativa de renováveis ​​é recorde
A aquisição corporativa de energia renovável estabeleceu um recorde de um ano para a nova capacidade de ofertas anunciadas de energia eólica e solar em 2018, atingindo 6,43 gigawatts. Facebook, AT&T, Walmart, ExxonMobil e Microsoft lideraram a aceleração de energia limpa com os cinco maiores volumes de negócios. O Facebook liderou o ano com a maior capacidade, assinando vários acordos que somaram 1.849,5 megawatts, além de quebrar todos os recordes acumulados de compras anuais para um único comprador desde que os negócios foram acompanhados.

8) Índia se antecipa na mobilidade limpa
A Índia, com algumas das cidades mais poluídas do mundo, está levando a sério a transformação de seu setor de mobilidade. Em setembro de 2018, o governo indiano sediou uma cúpula sobre mobilidade global e, em outubro, Pune foi escolhida como a primeira 'Cidade Farol' para um laboratório de mobilidade urbana, uma plataforma que apoia processo replicável para transformar a maneira como bens e pessoas se movem nas cidades indianas por meio de identificar, integrar, implementar e dimensionar projetos-piloto econômicos e limpos.

9) Casas com energia zero tornam-se econômicas
As residências com energia zero (casas eficientes que produzem ou adquirem tanto energia renovável quanto consomem ao longo de um ano) passaram discretamente os limites de custo que as tornam não apenas boas para o meio ambiente, mas também econômicas. Enquanto isso, a financiadora federal de hipotecas Freddie Mac lançou novos serviços para ajudar famílias de baixa renda a tornarem suas casas mais eficientes no consumo de energia.

10) Explosão do mercado chinês de veículos elétricos
Em 2018, as vendas de veículos elétricos na China somaram 1 milhão. E o mercado só deverá crescer à medida que um novo regulamento governamental exigir que todos os principais fabricantes operantes no país produzam um número mínimo de carros elétricos, híbridos e de células de combustível, a partir de 2019. A China também é líder em ônibus elétricos e a cidade de Shenzhen é a primeira a eletrificar 100% (mais de 16.000) de seus ônibus.

Fonte: RMI
→ Os temas publicados neste blog são de curadoria do presidente e CEO da GranBio, Bernardo Gradin