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Centro de Pesquisas

Av. Pierre Simon de Laplace, 965, Techno Park, Campinas, SP, CEP 13069-320

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Av. Brig. Faria Lima, 2277, 15º andar, Conjunto 1503, Jd. Paulistano, São Paulo, SP, CEP 01452-000

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Bioflex 1

Rua São Sebastião, 08, Bairro de Fátima, São Miguel dos Campos, AL, CEP 57240-000

Estação Experimental

Fazenda Andorinha, Rod. AL 220 s/n, KM 6,5, São Miguel dos Campos, Zona Rural, AL, CEP 57180-000

Prédio Agrícola

Av. João Floriano Bonfim, 300, Loteamento Rui Palmeira, São Miguel dos Campos, AL, CEP 57240-000

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Prédio Agrícola

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Bioflex I

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Vazio
Bioflex I

Bioflex e o etanol de segunda geração_Produção de biocombustível de forma tecnológica e inovadora.

A Bioflex 1, unidade industrial da GranBio focada em biocombustível de segunda geração, mais fortemente em etanol de segunda geração, é a primeira fábrica de etanol celulósico em escala comercial do Hemisfério Sul e o projeto mais inovador da indústria sucroalcooleira desde o Proálcool. A Bioflex está em atividade desde 2014 e é a grande responsável pela produção do etanol de segunda geração, biocombustível gerado a partir de resíduos da cana-de-açúcar. Entre as empresas de biocombustíveis de segunda geração, a GranBio se destaca pela inovação e tecnologia dessa fábrica.

Instalada no município alagoano de São Miguel dos Campos, distante 55 quilômetros do porto de Maceió, a unidade entrou em operação em setembro de 2014. Tem capacidade para produzir 82 milhões de litros do biocombustível por ano.

Um conjunto de tecnologias (pré-tratamento, hidrólise enzimática e fermentação) permite a transformação de palha e bagaço de cana-de-açúcar em um combustível avançado, limpo e que não compete com alimentos.

Galeria de imagens

Produção Sustentável

Etanol de segunda geração.

O etanol de segunda geração da GranBio contribui significativamente para a redução de emissões de gases de efeito estufa. A Bioflex foi a primeira usina de etanol de segunda geração a obter certificação do Air Resource Board (ARB), da Califórnia. O ARB avalia a pegada de carbono do biocombustível desde a extração da matéria-prima, passando pela transformação em etanol, até a distribuição do produto em um porto da Califórnia.

O etanol 2G é sustentável por diversas razões. Primeiro, não é preciso plantar nenhum hectare a mais de cana-de-açúcar para produzi-lo. A matéria-prima utilizada no processo é composta apenas por resíduos, como a palha, que antes era descartada ou queimada nos canaviais. O Brasil tem capacidade de aumentar em 50% a produção de etanol apenas com o uso de palha e bagaço, sem a necessidade de ampliar canaviais.

Outro ganho está no aproveitamento dos subprodutos gerados na fabricação do etanol 2G. A lignina, que não existe no processo convencional, é queimada em uma caldeira que gera energia tanto para a operação da fábrica quanto para a rede externa de eletricidade.

A vinhaça, usada como fertilizante pelos produtores de cana, tem um processamento diferente na Bioflex. O produto passa por um sistema de evaporação que permite a maior concentração de seus nutrientes (nitrogênio, potássio e sódio). Além de agregar mais valor à vinhaça, evita descartes indevidos no meio ambiente.

Do Campo ao Tanque

Transformação em bioenergia.

Veja nesta animação como acontece a transformação de resíduos de cana-de-açúcar em etanol de segunda geração e entenda um pouco mais sobre o trabalho da GranBio na produção de biocombustível e bioquímicos.

PROESA

A GranBio, especializada em soluções de biotecnologia para geração de bioenergia, irá converter palha e bagaço de cana-de-açúcar em etanol de segunda geração utilizando a tecnologia de pré-tratamento Proesa®, licenciada pela Beta Renewables para a Bioflex 1.

Parceiros

Conheça alguns dos parceiros da GranBio, que auxiliam das mais diversas formas com o nosso objetivo de produzir biocombustível e bioquímicos de forma sustentável. Contamos com estes parceiros desde a matéria-prima, máquinas e equipamentos até a construção da Bioflex.

BNDES

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento de R$ 300 milhões para a construção da primeira planta de etanol celulósico da GranBio.

BNB

O Banco do Nordeste financiou máquinas e equipamentos que possibilitam a operação da Bioflex 1.

Beta Renewables

Jointventure entre a italiana BioChemtex, o fundo TPG e a Novozymes, a Beta Renewables licenciou a tecnologia Proesa® para operação da fábrica.

Biochemtex

Subsidiária do grupo italiano Mossi & Ghisolfi, a Biohemtex tem um acordo para fornecimento de equipamentos críticos para a planta de etanol celulósico.

DSM

A empresa holandesa fornece leveduras industriais para fermentação do etanol celulósico

Novozymes

A multinacional dinamarquesa é a fornecedora de enzimas para a hidrólise de celulose.

Grupo Carlos Lyra

Tradicional produtor de etanol de primeira geração, é parceiro da GranBio na primeira planta.