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Califórnia, EUA

Escritório EUA

303 Twin Dolphin Drive, 6th floor, Redwood City, California. 94065.

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São Paulo, Brasil

Centro de Pesquisas

Av. Pierre Simon de Laplace, 965, Techno Park, Campinas, SP, CEP 13069-320

Sede

Av. Brig. Faria Lima, 2277, 15º andar, Conjunto 1503, Jd. Paulistano, São Paulo, SP, CEP 01452-000

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Alagoas, Brasil

Bioflex 1

Rua São Sebastião, 08, Bairro de Fátima, São Miguel dos Campos, AL, CEP 57240-000

Estação Experimental

Fazenda Andorinha, Rod. AL 220 s/n, KM 6,5, São Miguel dos Campos, Zona Rural, AL, CEP 57180-000

Prédio Agrícola

Av. João Floriano Bonfim, 300, Loteamento Rui Palmeira, São Miguel dos Campos, AL, CEP 57240-000

Telefones

Sede

+55 11 2739.0500

Estação Experimental

+55 82 3211.0152

Prédio Agrícola

+55 82 3211.0130

Centro de Pesquisas

+55 19 3322.8100

Bioflex I

+55 82  3211.0058

Bioenergia

Bioenergia é energia elétrica gerada a partir de fontes renováveis, no caso, o etanol de segunda geração.

Na produção de etanol de segunda geração tudo é reaproveitado, do começo ao fim do processo de produção. Na BioFlex 1, a lignina - um dos subprodutos da produção do etanol de segunda geração - é queimada junto com o bagaço da cana-de-açúcar para gerar energia elétrica. Uma solução inédita para a bioenergia do Brasil, uma vez que é a primeira vez que esse resíduo é usado para esse fim na indústria sucroalcooleira. Trata-se de um processo ainda mais sustentável que o do etanol de primeira geração, tanto pela baixíssima quantidade de CO2 lançada na atmosfera, quanto pela quantidade gerada de resíduos. Uma verdadeira inovação em relação ao setor de energia do Brasil.

O sistema de cogeração, uma parceria entre a GranBio e a Usina Caeté, usina de etanol de primeira geração do grupo Carlos Lyra, tem uma capacidade de geração de vapor de 200 toneladas por hora. Ele abastecerá as duas unidades industriais e ainda vai exportar um excedente para a rede de 135 mil MWh/ano, o suficiente para abastecer uma cidade de 300 mil habitantes.

O sistema permanece em operação durante onze meses no ano, o equivalente a oito mil horas, no período de safra e entressafra da usina Caeté. O projeto reforça uma tendência irreversível no mercado de energia do Brasil.