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Bioenergia

GranBio | Referência em bioenergia do Brasil

Na produção de etanol de segunda geração tudo é reaproveitado, do começo ao fim do processo de produção nas usinas de bioenergia. Na fábrica da GranBio, a Bioflex, a lignina - um dos subprodutos da produção do etanol de segunda geração - é queimada junto com o bagaço da cana-de-açúcar para gerar energia elétrica. Uma solução inédita para a bioenergia do Brasil, já que é a primeira vez que esse resíduo será usado para esse fim na indústria sucroalcooleira. Trata-se de um processo ainda mais sustentável que o do etanol de primeira geração, tanto pela baixíssima quantidade de CO2 lançada na atmosfera quanto pela quantidade gerada de resíduos. Uma verdadeira inovação em relação ao setor de usinas de bioenergia do Brasil.

O sistema de cogeração, uma parceria entre a GranBio e o grupo Carlos Lyra, tem uma capacidade de geração de vapor de 200 toneladas por hora. Ele abastecerá as duas usinas e ainda vai exportar um excedente para a rede de 135 mil MWh/ano, o suficiente para abastecer uma cidade de 300 mil habitantes.

O sistema permanecerá em operação durante onze meses no ano, o equivalente a oito mil horas, no período de safra e entressafra da usina Caeté. O projeto reforça uma tendência irreversível no mercado de energia do Brasil.