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303 Twin Dolphin Drive, 6th floor, Redwood City, California. 94065.

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São Paulo, Brasil

Centro de Pesquisas

Av. Pierre Simon de Laplace, 965, Techno Park, Campinas, SP, CEP 13069-320

Sede

Av. Brig. Faria Lima, 2277, 15º andar, Conjunto 1503, Jd. Paulistano, São Paulo, SP, CEP 01452-000

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Alagoas, Brasil

Bioflex 1

Rua São Sebastião, 08, Bairro de Fátima, São Miguel dos Campos, AL, CEP 57240-000

Estação Experimental

Fazenda Andorinha, Rod. AL 220 s/n, KM 6,5, São Miguel dos Campos, Zona Rural, AL, CEP 57180-000

Prédio Agrícola

Av. João Floriano Bonfim, 300, Loteamento Rui Palmeira, São Miguel dos Campos, AL, CEP 57240-000

Telefones

Sede

+55 11 2739.0500

Estação Experimental

+55 82 3211.0152

Prédio Agrícola

+55 82 3211.0130

Centro de Pesquisas

+55 19 3322.8100

Bioflex I

+55 82  3211.0058

Vazio
Perguntas e Respostas

Aqui você pode esclarecer algumas dúvidas sobre a história da GranBio, informações sobre a fábrica BioFlex, entre outros assuntos que envolvam nosso trabalho no setor de bioenergia no Brasil.

 

Sobre a GranBio

Quando a empresa foi criada?

A GranBio foi criada em junho de 2011.

Quem são os acionistas da GranBio?

A GranBio é controlada pela família Gradin e tem a BNDESPar, braço de investimentos do BNDES, como acionista minoritário.

Qual o valor da participação da BNDESPar na GranBio?

A BNDESPar, braço de investimentos do BNDES, fez um aporte de R$ 600 milhões na GranBio e tornou-se acionista minoritária, com 15% do capital total da companhia e um assento no conselho de administração.

Onde ficam as unidades da GranBio?

A sede da GranBio fica em São Paulo e a empresa tem unidades em Campinas (Centro de Pesquisas em Biotecnologia) e Alagoas (Estação Experimental, centro de distribuição de matéria-prima e fábrica de etanol 2G – Bioflex 1).

Bioflex 1 (Fábrica de etanol 2G)

Qual o investimento total da primeira planta?

A GranBio investiu US$ 190 milhões na construção da fábrica e US$ 75 milhões no sistema de cogeração de vapor e energia elétrica, este último em Conjunto com a Usina Caeté, do Grupo Carlos Lyra.

Qual é a capacidade de produção desta planta?

A capacidade de produção nominal é de 82 milhões de litros por ano.

Onde fica a fábrica?

Em São Miguel dos Campos, Alagoas.

Quando ela começou a operar?

Em setembro de 2014.

Etanol 2G

O que é etanol de segunda geração? Qual a diferença para o de primeira geração?

O etanol de primeira e o de segunda geração têm a mesma composição físico-química. A diferença está na matéria-prima e no processo de produção, que na segunda geração é mais sofisticado. O etanol tradicional (1G) é produzido a partir do caldo ou melaço da cana-de-açúcar. Já o etanol 2G é feito a partir de açúcares extraídos da celulose da planta, presentes na palha e no bagaço de cana-de-açúcar, madeira, sorgo, entre outros.

Como é feita a produção do etanol de segunda geração?

Existem três etapas cruciais para chegar ao produto final. No pré-tratamento, a biomassa é preparada para que a celulose e a hemicelulose sejam acessadas. Na etapa seguinte, - a hidrólise enzimática - a celulose e a hemicelulose são quebradas em moléculas de açúcares simples (como glicose e xilose), pela ação de enzimas. Por fim, na fermentação, esses açúcares são transformados em etanol com o uso de leveduras.

Qual matéria-prima é utilizada pela GranBio?

Na fase inicial, a GranBio utiliza bagaço e palha de cana-de-açúcar convencional, e depois, usará biomassa da cana-energia, variedade desenvolvida a partir do cruzamento genético de tipos ancestrais e híbridos comerciais de cana-de-açúcar. Na GranBio, essa variedade foi batizada de Cana Vertix®.

A empresa utiliza tecnologia própria na produção de etanol?

Não. A GranBio reuniu empresas detentoras das mais avançadas tecnologias no mundo para a produção de etanol 2G. A PROESA®, tecnologia desenvolvida pela Biochemtex e utilizada na planta comercial da Beta Renewables, é usada pela GranBio em sua primeira planta de etanol celulósico. Há também os fornecedores de enzimas, a dinamarquesa Novozymes, e de leveduras, a holandesa DSM.

De onde vem a matéria-prima usada na produção?

A GranBio compra a matéria-prima de parceiros da região. Funciona assim: após a colheita da cana, obrigatoriamente mecanizada, a GranBio coloca seu maquinário para recolher parte da palha deixada no canavial, enfardar e transportar até seu centro de distribuição, que fica próximo à fábrica. Todo esse processo é feito sem comprometer o manejo tradicional da cultura da cana.

Por que a GranBio escolheu produzir seu etanol de segunda geração usando palha e bagaço de cana-de-açúcar e não o milho, por exemplo?

Porque essa é uma matéria-prima abundante no Brasil. E, consequentemente, mais barata que outras fontes de biomassa disponíveis. Além disso, a cana produz mais resíduos do que o milho, o que a torna mais vantajosa na produção de etanol celulósico.

Cana-energia

O que é cana-energia? Quais as características, as semelhanças e as diferenças em relação à cana-de-açúcar?

A cana-energia é uma variedade desenvolvida a partir do cruzamento genético de tipos ancestrais e híbridos comerciais de cana-de-açúcar. O resultado é uma cana mais robusta, com maior teor de fibra e potencial produtivo, que, por ser extremamente rústica, pode ser plantada em áreas degradadas de pasto, sem competir com a produção de alimentos. A cana-energia pode ser produzida e processada da mesma forma que a convencional. Na GranBio, a cana-energia foi batizada de Cana Vertix®.

Como é feito o desenvolvimento da cana-energia?

O processo para se chegar à cana-energia acontece por meio de melhoramento genético clássico, de forma muito semelhante ao melhoramento da cana-de-açúcar. Pega-se duas variedades de plantas e faz-se o cruzamento entre elas. As sementes que surgem desse cruzamento são plantadas no campo. Depois de brotarem, as plantas mais robustas são selecionadas.

Estação Experimental

O que é e para que serve a Estação Experimental da GranBio?

A Estação Experimental tem foco no desenvolvimento de cana-energia - variedade de cana-de-açúcar batizada pela GranBio de Cana Vertix® - e de outras fontes de biomassa para futuras unidades industriais da empresa. A unidade está localizada no município de Barra de São Miguel, em Alagoas.

Qual foi o investimento destinado à construção da Estação?

A Estação Experimental recebeu investimentos da ordem de R$ 12 milhões, sendo 80% do valor proveniente da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), empresa pública ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia.

Centro de Pesquisas em Biotecnologia

O que faz o Centro de Biotecnologia da GranBio?

Nosso centro, localizado em Campinas (SP), é um laboratório de pesquisas de biologia sintética com foco no melhoramento genético de microrganismos, processamento de biomassa, desenvolvimento de processos de fermentação e de hidrólise enzimática.

Qual foi o investimento destinado à montagem do Centro de Biotecnologia?

Os investimentos foram da ordem de R$ 10 milhões, sendo 90% provenientes da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia.

Bioquímicos: Parceria Rhodia

O que é a parceria entre GranBio e Rhodia?

As empresas fecharam uma parceria para a produção, no Brasil, de bio n-butanol, composto utilizado na fabricação de tintas e solventes. Esta será a primeira fábrica em escala comercial a produzir n-butanol a partir de biomassa no mundo.

O Brasil já produz n-butanol?

Sim, mas é produzido atualmente pela rota petroquímica. O bio n-butanol é feito de biomassa, ou seja, sua base é de fontes renováveis.