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33.5
18.75
Atlanta, EUA

Sede (Corporativo):

GranAPI LLC
255 Lenox Rd, NE#750,
Atlanta, GA 30326, USA

 

Biorefinarias:

Unidade Thomaston
300 McIntosh Parkway
Thomaston, GA 30286, USA

Unidade Alpena
412 Ford Avenue
Alpena, MI 19707, USA

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74.75
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São Paulo, Brasil

Sede

GranBio Investimentos S.A.
Av. Brig. Faria Lima, 2277, 15º andar, Conjunto 1503, Jd. Paulistano,
São Paulo, SP, CEP 01452-000, São Paulo, SP
+55 11 2739-0500

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65.75
32.375
Alagoas, Brasil

Planta Industrial

BioFlex Agroindustrial.
Faz. São João, s/n – Zona Rural
57.249-899 – São Miguel dos Campos – AL – Caixa postal 14

Estação Experimental

Biovertis Produção Agrícola Ltda.
Fazenda Andorinha, Rod. AL 220 s/n, KM 6,5,
São Miguel dos Campos, Zona Rural, AL, CEP 57180-000

Telefones

Sede

+55 11 2739.0500

 

GranBio inicia produção de etanol de segunda geração

Empresa dá início às operações da primeira planta de etanol celulósico do Hemisfério Sul.

 

São Paulo (SP), 24 de setembro de 2014 - A GranBio, empresa de biotecnologia industrial 100% brasileira, iniciou produção na primeira fábrica de etanol de segunda geração (2G) em escala comercial do Hemisfério Sul. A Bioflex 1, unidade construída em São Miguel dos Campos, Alagoas, tem capacidade inicial de produção de 82 milhões de litros de etanol por ano.

O etanol 2G da GranBio é o combustível produzido em escala comercial mais limpo do mundo em intensidade de carbono - 7,49 gCO2/MJ, índice comprovado pelo Air Resources Board (ARB), da Califórnia. O cálculo leva em conta as emissões de CO2 desde a coleta da matéria-prima, passando pelos insumos e consumo de energia, até o transporte e distribuição em porto da Califórnia. Nenhum outro combustível produzido em larga escala é mais vantajoso para o meio ambiente e para reversão das mudanças climáticas que o da GranBio, primeira produtora de etanol 2G a ter a pegada de carbono aprovada pelo órgão americano.

Para viabilizar o projeto, a GranBio, controlada pela GranInvestimentos S.A., investiu US$ 190 milhões na construção da fábrica e US$ 75 milhões no sistema de cogeração de vapor e energia elétrica, esse último em conjunto com a Usina Caeté, do Grupo Carlos Lyra. As obras foram concluídas em 20 meses, menor prazo se comparado a qualquer outro empreendimento desse porte, e foram gerenciadas pela GranEnergia, empresa também controlada pela GranInvestimentos S.A.

“Quando anunciamos a construção da fábrica em Alagoas, em meados de 2012, assumimos o risco da inovação e do pioneirismo em um projeto com potencial transformador para as indústrias de biocombustíveis e bioquímicos”, afirma o presidente da GranBio, Bernardo Gradin. “Mais do que a inauguração de uma fábrica, esse projeto é uma prova de que o Brasil pode liderar a indústria de biotecnologia mundial a partir de seu potencial agrícola”, diz Gradin.

O Brasil tem potencial de aumentar em 50% a produção de etanol apenas com uso de palha e bagaço, sem necessidade de ampliação de canaviais. A GranBio desenvolveu um sistema de coleta, armazenamento e processamento de palha equivalente a 400 mil toneladas por ano para a Bioflex 1, o que o coloca entre os maiores e mais competitivos do mundo.

A fábrica da GranBio utiliza a tecnologia de pré-tratamento PROESA® da empresa italiana BetaRenewables (empresa do Grupo M&G), as enzimas da dinamarquesa Novozymes e as leveduras da holandesa DSM.

 

GranBio e Caeté investem US$ 75 milhões em solução inédita de bioenergia

 A GranBio e a Usina Caeté, do tradicional grupo alagoano Carlos Lyra, criaram uma parceria para a produção integrada de vapor e energia elétrica. Instalado ao lado da Bioflex 1, o sistema de cogeração é alimentado com bagaço de cana-de-açúcar e lignina – subproduto gerado no processo de produção do etanol de segunda geração. Trata-se de uma solução inédita de bioenergia no Brasil, pois é a primeira vez que a lignina será usada para esse fim na indústria sucroalcooleira.  O investimento conjunto das empresas chegou a US$ 75 milhões.

A caldeira do sistema de cogeração permanecerá em operação durante onze meses no ano, o equivalente a oito mil horas, no período de safra e entressafra da usina Caeté. Assim, além de atender às necessidades das duas fábricas, a caldeira gerará um excedente de energia elétrica da ordem de 135.000 MWh/ano – o suficiente para abastecer uma cidade de 300 mil habitantes -, que será comercializado e se tornará uma fonte de renda para as empresas.

O investimento em bioenergia reforça uma tendência irreversível no mercado de energia do Brasil. Além de uma alternativa para suprir a demanda do País, a geração de energia com resíduos antes deixados no solo proporciona uma redução considerável na emissão de CO2 para o meio ambiente.

Link para download de fotos: http://we.tl/danCbphqa7


Sobre a GranBio

A GranBio é uma empresa brasileira de biotecnologia industrial, que cria soluções para transformar biomassa em produtos renováveis. Pioneira na produção de etanol celulósico, ou de segunda geração (2G), no Hemisfério Sul, a companhia é a única do setor que atua do começo ao fim da cadeia produtiva - da matéria-prima à distribuição do produto final -, integrando tecnologias próprias e de parceiros. Fundada em 2011 pelo empresário Bernardo Gradin, é controlada pela GranInvestimentos S.A.

Mais informações: www.granbio.com.br


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