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GranBio fecha parceria com empresa italiana para licenciar tecnologia de etanol celulósico

A NextChem, subsidiária da gigante italiana de engenharia Maire Tecnimont, adquiriu a licença por US$ 15 milhões


O álcool da celulose é uma solução considerada ambientalmente correta (Foto: Divulgação site GranBio)

A GranBio, empresa de biocombustíveis, anunciou na segunda-feira (03/08) uma parceria com a NextChem, subsidiária da gigante italiana de engenharia Maire Tecnimont, para licenciamento de sua tecnologia de produção de etanol de segunda geração. O acordo envolveu o pagamento de US$ 15 milhões (R$ 80 milhões) para a biotech brasileira.

O objetivo é comercializar em todo o mundo a inovação que usa diversos resíduos agrícolas, como a palha de cana-de-açúcar, de milho e até sobras de madeira, como o eucalipto, para a produção de etanol celulósico. "Para nós, esse acordo tem importância porque a NextChem será capaz de projetar a nossa tecnologia em qualquer lugar do mundo e para qualquer tipo de biomassa", afirma Paulo Nigro, CEO da GranBio.

Pelo acordo, a NextChem pode vender sublicenças a outras empresas, e receberá royalties por isso. O cálculo terá como base a quantidade de novos clientes e no número de conversão de biomassa.

As empresas miram as nações que se comprometeram no Acordo de Paris a usar etanol de segunda geração até 2030. Como parte da estratégia, a GranBio pretende realizar sua oferta pública inicial de ações (IPO) na B3 até o final deste ano.

A tecnologia desenvolvida pela GranBio para produzir etanol de segunda geração é usada na usina de São Miguel dos Campos, em Alagoas, desde 2014 — um ano após receber o investimento de R$ 600 milhões do BNDES. Hoje, a empresa tem capacidade para produzir cerca de 30 milhões de litros de etanol de segunda geração por ano, volume que é exportado ao mercado americano e europeu.